domingo, 27 de junho de 2010

Roteiro da peça Iracema

Entre os parênteses são apenas as partes de ação e reação (...)

Martim:(perdido na mata)
Iracema:(olhando para Martim surpresa e amedrontada o feriu com uma flecha)
Iracema:(arrependida)vamo a minh tribo guerreiro branco
Araquém:(recebeMartim)
Araquém:fique com as índias da tribo elas iram servi-lo
Martim:Sim(estranhou que Iracema não estivesse lá)
Araquém:Ela tem que servir o pajé com a bebiba que só ela sabe preparar
Martim:(aproveitando a escuridão foge)
Iracema:(passa rapidamente por ele)
Iracema:(seguiu)Alguém te fez mal para você fugir assim?
Martim:Desculpe-me
Iracema:Espere amanhã você vai mais Caubi que saberá te guiar pela mata.
Martim:está bem.(voltou e dormiu sozinho na cabana)
Narrador: Enquanto Irapuã se prepara para a guerra,Iracema conversava com martim sobre a
noiva que ele deixou para trás e fala que vai levá-lo para vê-la,mas ao invés disso ela lhe dá gotas
de uma bebida,Martim adormece e sonha que estava com Iracema .
Irapuã:Iracema se você não se afastar de Martim eu o matarei
Iracema:(flechou Irapuã)
Irapuã:saiu
Iracema:(triste)
Martim:Ficarei e te amarei
Iracema:Não,não
Martim:Não pode se relacionar comigo sou filha do Araquém
Caubi:Vamos estaremos perto logo,logo
Martim:(seguiu)
Iracema::(segui-o também)
Martim:Adeus meu amor (beijou-a)
Iracema:Adeus (triste)
Martim:(continuou andando)
Narrador:Irapuã chega com cem guerreiros e se declara pra Iracema e ela assutada pede para que Martim fuja e ele fala que vai ficar e lutar,Caubi provoca a briga,os Pitiguaras e os Tabajaras se escondem na mata.
Irapuã:(saiu com medo)
Araquém:(na cabana escuta um grito semelhante de uma gaivota)
Iracema:É o sinam de guerra dos Potiguaras
Martim:(reconheceu o grito de Poti)É o grito de meu amigo Poti
Iracema:Estou com medo porque dizem que ele é muito bravo.
Iracema:Ele estaria vindo para te libertar,destruindo os tabajaras?
Iracema:(triste)Serei fiel a você meu amor
Martim:Fugirei para evitar este conflito
Narrador:Araquém e Caubi avisa para Iracema que vão matar Martim,Iracema pede para que eles abram a porta do esconderijo para Martin ficar la e eles ficam de guarda.

EFEITO DE UM TROVÃO PROVOCADO POR TUPÃ

Irapuã:(foi agoniado)

MAIS UMA VEZ O TROVÃO DE TUPÃ

Iracema e Martim:(ouviram a voz de Tupã)
Poti:Estou indo sozinho para levar Martim
Iracema:Martim fugiria ao seu encontro,só na mudança da lua,esta ocasião em que os tabajaras estariam em festa e não teriam como encontrar-se com Irapuã
Martim:Como queria beija-lá,acaricia-lá e ama-lá
Martim:Poderiam me dar,mais vinho para que eu adormeça.
Martim:(dormiu e sonhou com Iracema)
Iracema:(abraçou Martim enquanto ele sonhava)
Martim:(afastou-se)Só posso ter você em sonho
Narrador:Iracema sai e vai ao rio e encontra os Tabajaras em reunião com Irapuã.
Iracema:Vamos Martim até Poti ele vai te levar (acompanhou ate a tribo dos Tabajaras)
Martim:Volte está muito perigoso para você
Iracema:Não posso voltar,porque agora sou sua esposa
Martim:(surpreso)
Iracema:Foi tudo verdade não foi um sonho
Poti:Vamos,os Tabajaras estão nos seguindo por causa dos nossos rastros
Martim:(envergonhado)Poti leve Iracema e me deixe só,eu mereço morrer
Poti:não o largarei amigo
Iracema:(sorriu e continuou)
Tabajaras:(chegaram ao local)
Pitiguaras:(foram ao local chefiado por Jacaúna)
Jacaúna:(atacou Poti)
Caubi:(atacou Martim)
Martim:(apenas se defendeu)
Martim:(deixou Caubi por conta de Poti)
Poti:(enfrentou Irapuã)
Martim:(espada caiu)
Irapuã:(avançou contra Martim)
Iracema:(gritou)Parem
Pitiguaras:(haviam vencido grito de guerra)
Tabajaras:(fugiram com Irapuã)
Iracema:(chorou vendo seus irmãos mortos)
Iracema e Martim:(acharam um lugar)
Martim:Acho que vou trazer meus soldados!
Poti e Martim:(caçavam)
Iracema:(colhia frutas e arrumava a cabana)
Iracema:(ficou grávida)
Pitiguaras:(colocaram o nome de Martim de Coiatiabo)
Iracema:(começou a entrar em depressão,pois Martim não dava muita atenção)
Martim e Poti:(não se despediram de Iracema)
Poti:(fincou uma flecha no chão para que Iracema soubesse que ele havia partido)
Iracema:(viu a flecha e entendeu o significa e chorou)
Iracema:(ficou bem entristecida)
Iracema:(ouviu som da Jandaia)
Iracema:Desculpem,por ter largado você e ter dexado para trás
Jandaia:Está perdoada amiga
Martim e Poti:(voltaram)
Martim e Iracema:(se amaram)
Martim:(com o tempo começou a ficar triste olhando para os infinitos do mar)
Iracema:(também triste)
Iracema:Sei que você esta com saudade da sua namorado branca
Martim:Não estou Iracema
Iracema:(não acreditava)Sairei da sua vida quando nascer nosso filho
Tupinambás:(vinheram guerreiros brancos de um navio para lutarem contra os Pitiguaras)
Martim:Vamos nos esconder para pega-los de surpresa
Poti:Sim,vamos
Poti e Martim:(atacaram e ganharam a luta)
Iracema:(teve o filho)
Iracema:Caubi?(desconfiada)
Caubi:Minha irmã venho visita-la trazendo a paz
Iracema:Volte para junto de Araquém ele precisa de você
Caubi:(foi)
Iracema:(de tanto chorar perdeu leite)
Martim:Como esta Iracema? E o nosso filho ? (chegando)
Iracema:Só teve forças para entregar o filho ao pai)
Iracema:Enterre-me no pé de coqueiro que sempre gostei(faleceu)
Narrador:O sofrimento de Martim foi enorome,principalmente porque seu amor pela esposa retornava rego virado pela paternidade.Olugar onde Iracema foi enterrada se chama Ceará.Martim retornou para sua terra levando o filho.Quato anos depois,eles voltaram para o Ceará.Os dois ajudaram o comandante de Albuquerque a vencer os Tupinambás e a expulsar o braço Tupuiã.De vez em quando,Martim revia o local onde foi tão feliz e a saudade batia no peito.Jandaia permanecia cantando no coqueiro,ao pé do qual Iracema foi enterrada.Mas a ave não repetia o nome iracema."Tudo passa sobre a terra"

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